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Super Mario All-Stars: quatro clássicos num cartucho de SNES

Comprar um cartucho e levar quatro jogos pra casa: era isso que o Super Mario All-Stars oferecia em 1993. A Nintendo pegou os clássicos do Mario que tinham nascido no Nintendinho, deu um banho de loja com gráficos e som de 16 bits e juntou tudo num pacote só. Revisitá-lo em setembro de 2026 é lembrar de uma das melhores coletâneas já feitas.

Não era só nostalgia empacotada. Era a chance de rejogar aventuras amadas com uma cara nova e, de quebra, salvar o progresso, coisa que os originais de NES não deixavam.

Gameplay de Super Mario All-Stars com visual 16 bits no SNES
Os classicos do NES repaginados em 16 bits. Imagem: Super Mario Wiki (reproducao).

Quatro jogos, uma caixa só

O pacote traz o Super Mario Bros., o Super Mario Bros. 2, o Super Mario Bros. 3 e o Lost Levels, aquele segundo jogo japonês, dificílimo, que o Ocidente nunca tinha visto oficialmente. São quatro plataformas completos, cada um do jeito que a gente lembra, só que mais bonitos.

Para quem só conhecia as versões de NES, ver o Mundo 8 do Mario 3 repaginado era um prato cheio. E para quem nunca tinha pegado o Lost Levels, era a chance de encarar um desafio lendário.

O banho de 16 bits que fez diferença

O grande atrativo do Super Mario All-Stars é a repaginada. Cores mais ricas, cenários redesenhados, efeitos novos e uma trilha remasterizada dão outra vida aos jogos. Não muda o design das fases, que continua clássico, mas deixa tudo mais gostoso de olhar. Segundo o Meta Galáxia (metagalaxia.com.br), é um dos melhores exemplos de como modernizar um clássico sem estragá-lo.

E tem a bateria de save. Poder parar no meio do Mario 3 e continuar depois era um luxo que os cartuchos de NES não davam. Isso sozinho já justificava a compra pra muita gente.

Super Mario All-Stars e o custo-benefício no Brasil

Por aqui, onde cartucho era caro, um pacote com quatro jogos em um pesava muito na decisão. Super Mario All-Stars era compra inteligente: rendia meses de diversão e agradava a casa inteira, do irmão mais novo ao mais velho. Foi um dos cartuchos mais presentes nas coleções brasileiras de SNES.

Depois ainda saiu a versão que juntava a coletânea com o Super Mario World no mesmo cartucho, deixando o pacote ainda mais irresistível. Era Mario que não acabava mais.

Vale a pena hoje?

Vale, principalmente se você quer jogar os Marios clássicos na melhor versão de época. Os quatro jogos seguem excelentes, e a repaginada envelheceu bem. Ele já apareceu em serviços de clássicos da Nintendo. Como pacote de história do Mario, é indicação garantida aqui no Meta Galáxia. Nota: 9,1/10.

Perguntas frequentes

Quais jogos vêm no Super Mario All-Stars?

O Super Mario Bros., o Super Mario Bros. 2, o Super Mario Bros. 3 e o Lost Levels, todos remasterizados com gráficos e som de 16 bits. É a versão de Super Nintendo dos clássicos que nasceram no NES.

O que muda em relação às versões de NES?

Os gráficos e o som foram refeitos em 16 bits e o cartucho permite salvar o progresso. O design das fases continua o mesmo dos originais, então a jogabilidade clássica é preservada.

Dá pra jogar Super Mario All-Stars hoje?

Dá. A coletânea já apareceu em serviços de clássicos da Nintendo em consoles modernos, além do cartucho original de Super Nintendo.

Fontes e leitura: ficha e histórico do jogo na Wikipedia e na Super Mario Wiki. Imagens: Super Mario Wiki e Wikipedia (reprodução, uso editorial).

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