Durante muito tempo, o metaverso foi associado quase exclusivamente a jogos online, mundos virtuais e experiências de lazer. Essa visão, porém, já está desatualizada. Hoje, empresas, governos, escolas e profissionais de diversas áreas utilizam ambientes imersivos para resolver problemas reais. O metaverso deixou de ser apenas diversão e passou a ser uma ferramenta de trabalho, aprendizado e interação social.

Metaverso no ambiente corporativo
No mundo corporativo, o metaverso tem sido usado para reuniões, treinamentos e simulações. Empresas multinacionais criam escritórios virtuais onde equipes distribuídas pelo mundo podem interagir como se estivessem no mesmo espaço físico. Isso reduz custos com viagens e aumenta a frequência de colaboração. Um estudo da PwC mostrou que treinamentos em realidade virtual podem ser até quatro vezes mais rápidos do que métodos tradicionais, além de melhorar a retenção de conhecimento.
Segurança digital, VPNs e acesso global
À medida que essas interações migram para ambientes virtuais, a segurança digital se torna uma preocupação central. O uso de VPNs ajuda a proteger dados sensíveis, especialmente quando colaboradores acessam o metaverso a partir de redes públicas ou países diferentes. Ferramentas como VeePN ganham relevância neste cenário, pois permitem conexões mais seguras e privadas. Muitos profissionais baixaram aplicativos VPN para PC para garantir proteção contra ataques, espionagem corporativa e restrições geográficas. Além disso, soluções como privacidad en iPhone facilitam o acesso a recursos estrangeiros, plataformas globais e conteúdos que podem estar bloqueados em determinadas regiões.
Saúde e medicina além das telas
Na área da saúde, o metaverso já é usado para reabilitação, terapia e planejamento cirúrgico. Pacientes com dificuldades motoras utilizam ambientes virtuais para exercícios guiados, enquanto psicólogos aplicam terapias de exposição em cenários controlados. Cirurgiões, por sua vez, analisam modelos tridimensionais de órgãos antes de operações delicadas. Essas aplicações mostram que o metaverso não é apenas visual, mas funcional e clínico.
Indústria, engenharia e simulações
Outro uso relevante está na indústria e na engenharia. Fábricas criam “gêmeos digitais”, ou seja, réplicas virtuais de máquinas e processos reais. Com isso, é possível testar mudanças, prever falhas e otimizar a produção sem interromper operações. Segundo a Gartner, empresas que usam gêmeos digitais podem reduzir custos operacionais em até 10% ao ano. O metaverso, nesse caso, atua como um grande laboratório virtual.
Comércio, imóveis e experiências de compra
O setor imobiliário também encontrou novas possibilidades. Clientes podem visitar imóveis virtualmente, caminhar pelos cômodos e analisar detalhes antes mesmo da construção. No comércio, marcas criam lojas virtuais onde consumidores experimentam produtos digitais ou visualizam versões realistas de itens físicos. Isso reduz as devoluções e aumenta a confiança na compra. Estatísticas do setor mostram que experiências imersivas podem elevar a taxa de conversão em até 20%.
Inclusão, acesso e desafios globais
Apesar das vantagens, ainda existem desafios importantes. O acesso à internet de qualidade, equipamentos adequados e plataformas abertas não é igual em todos os países. Em contextos educacionais e profissionais, o uso de um site de VPN pode ajudar a contornar bloqueios, reduzir problemas de discriminação de preços e aumentar a proteção contra ameaças cibernéticas, especialmente em ambientes virtuais que exigem troca constante de dados sensíveis. A discussão sobre inclusão digital é central para o futuro do metaverso.
Setor público e serviços governamentais
Governos começam a explorar o metaverso para atendimento ao cidadão, planejamento urbano e participação pública. Cidades criam modelos virtuais para simular trânsito, obras e impactos ambientais. Em alguns países, já existem escritórios públicos virtuais onde cidadãos podem acessar serviços sem sair de casa. Isso pode reduzir filas, custos administrativos e aumentar a transparência.
Agricultura, meio ambiente e planejamento sustentável
O metaverso também começa a ganhar espaço na agricultura e na gestão ambiental. Produtores rurais utilizam ambientes virtuais para simular o uso do solo, prever impactos climáticos e testar diferentes estratégias de plantio antes de aplicá-las no campo. Com modelos tridimensionais, é possível analisar irrigação, erosão e produtividade com mais precisão.
Regulação, ética e privacidade
À medida que o metaverso cresce, governos e reguladores tentam acompanhar. Legislações emergentes abordam responsabilidade das plataformas, proteção contra discriminação e limites à vigilância massiva. O desafio é equilibrar inovação com direitos individuais. Normas de privacidade devem exigir redução da coleta de dados e oferecer controles aos usuários. Também é preciso prever mecanismos de reparação para danos virtuais, desde perdas financeiras até assédio repetido. Transparência nos algoritmos é essencial e organismos independentes podem auditar plataformas para garantir conformidade e segurança. Diálogos entre setor público, empresas e sociedade civil são urgentes.
Habilidades, mercado de trabalho e educação contínua
O novo ecossistema exige competências híbridas: programação de ambientes imersivos, modelagem 3D, segurança digital e capacidade de trabalhar em equipes distribuídas. Soft skills como comunicação, empatia e pensamento crítico tornam-se ainda mais valiosas em espaços virtuais. Plataformas educativas oferecem microcursos e simulações que aceleram a formação. Empresas adotam programas de upskilling para manter a competitividade e reduzir a rotatividade. No conjunto, o metaverso cria empregos novos, transforma funções existentes e demanda políticas públicas que fomentem acesso e equidade digital. Investimentos em infraestrutura e validação de competências são prioridade. A cooperação multissetorial assegura acesso, segurança, inovação e benefícios compartilhados reais.
Conclusão
O metaverso não é mais apenas um espaço de entretenimento. Ele já influencia como aprendemos, trabalhamos, cuidamos da saúde e interagimos com instituições. Com o avanço da infraestrutura digital, da segurança cibernética e de ferramentas como VPNs, esses ambientes tendem a se tornar cada vez mais seguros e inclusivos. Entender esses usos é essencial para acompanhar as transformações que já estão em curso e que moldaram a próxima etapa da vida digital.