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One Piece – Arco Romance Dawn | Análise

Capa do Arco Romance Down de One Piece

Primeiro arco do anime, Romance Dawn serve de apresentação ao mundo de One Piece. Assim o protagonista e seus elementos principais são mostrados, contendo todas as informações necessárias para que nos contextualizemos nesse mundo, passando a acompanhar.

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A abertura

Iniciemos a análise pela abertura. Acima de tudo, talvez seja pelo ar de nostalgia, mas ela é quase perfeita. Principalmente por mostrar o tom divertido da história ao mesmo tempo que mostra o necessário sobre cada um. Entretanto incomoda um pouco a questão do spoiler que dava sobre os recrutas, que já eram conhecidos desde o primeiro episódio devido a isso, deixando nada de mistério quanto as suas sagas de recrutamento. Ademais, a música é boa e passa a mensagem que o anime tenta passar desde seu primeiro episódio também.

Arco Romance Dawn

No primeiro episódio, temos a introdução do protagonista, Monkey D. Luffy (para quem ainda não assistiu, o “D” não possui um significado conhecido), além do coadjuvante e futuro “rival”, Coby. Também há a apresentação dos piratas e da Marinha, já mostrando os lados bons e ruins de cada grupo. Isso introduz uma das principais características de One Piece: o mal não possui uma classificação fixa. Sejam piratas, marinheiros, civis ou qualquer outro tipo de pessoa, existem indivíduos bons e ruins em todos os lados — e grande parte da graça da obra está justamente em descobrir quem são essas pessoas e quais são suas motivações.

Nesse primeiro arco, porém, não vemos muitas dessas motivações sendo exploradas. Os antagonistas, Alvida e Morgan, são vilões pouco desenvolvidos, o que é compreensível, já que o foco está na apresentação de Luffy, Coby, Helmeppo e Roronoa Zoro. Além disso, o anime já começa a introduzir Nami, que, diferentemente do mangá, é a primeira integrante dos Mugiwara a aparecer na história.

Curiosamente, os roteiristas optam por não desenvolver o passado de Zoro nesse momento, algo que se tornaria um padrão nos arcos de recrutamento dos demais membros do bando. Isso provavelmente foi uma escolha consciente para não sobrecarregar o início da narrativa com flashbacks e acabar prejudicando o ritmo antes do público se envolver com a história. E, de fato, essa decisão se mostra acertada: essa fase inicial já pode parecer um pouco mais arrastada para alguns, e inserir muitos flashbacks logo no começo poderia afastar novos espectadores.

Por se tratar de apenas três episódios, não há muito espaço para análises mais profundas ou grandes conclusões. Ainda assim, para quem está começando, é importante entender que One Piece tem muito mais a oferecer do que esses episódios iniciais de apresentação em Romance Dawn — que, apesar de simples, cumprem bem seu papel.

ANÁLISE CRÍTICA - NOTA
One Piece: Arco Romance Dawn
9
Trabalho na área de TI. Escritor nas horas vagas. Eterno estudante!
resenha-one-piece-arco-romance-dawnAinda que eficiente no humor, One Piece não começa lá muito bem no quesito luta, o que pode desestimular um pouco,. Entretanto, os episódios inicias introduzem bem as diferentes vertentes e a dinâmica que o anime apresentará dali em diante. É só o começo, de uma longuíssima história.

3 COMENTÁRIOS

  1. Os pontos positivos nesse pequeno arco é a abertura, ending, o humor e o carisma dos personagens, mas seria melhor começar contando a historia do Luffy criança assim como no manga, e a Toei fez bem em fazer isso no filme do East Blue, mas é um arco ok, acho melhor que Syrup.

    • Também acho, causaria um impacto melhor para quem está começando. Gosto bastante do primeiro episódio, especificamente, mas seria mais fácil de criar uma empatia com a história e com Luffy (até mesmo com Shanks), através do flashback do Luffy, como é no mangá.

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