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Game Retrô – The Legend of Zelda: A Link to the Past

Game Retrô – The Legend of Zelda: A Link to the Past

Mais uma matéria da série retrô, dessa vez falaremos do clássico e sensacional Game Retrô The Legend of Zelda: A Link to the Past. Existem games que veem ao mundo para mudar a história dos games, e certamente A Link to the Past é um deles. Vamos conhecê-lo?

Ele é o terceiro game da série Zelda e estabeleceu a mecânica de jogo 2D que é usada até hoje, mais de 25 anos depois. Lançado para Super Nintendo em 1991, começou a ser desenvolvido em 1988 e podemos dizer que esse Zelda é um game a frente do tempo, com história densa, bem construída e mexendo com dimensões diferentes (apesar do título, não existem viagens no tempo).

O produtor desse game foi nada mais e nada menos que Shigeru Miyamoto. Meu exemplar do game comprei no OLX e está em perfeitas condições. Depois de quase 18 anos, joguei ele novamente no meu SNES.

Fã de The Legend of Zelda ou então desejando conhecer melhor a franquia? Se sim, então confira alguns de nosso conteúdos relacionados:

A História do Game Retrô The Legend of Zelda: A Link to the Past

A Link to the Past acontece muito tempo depois da Imprisoning Wars que levaram Ganondorf a destruir Sacred Realm. Ele rouba a Triforce para si e constrói seu reino de destruição. Nessa guera, sete magos sábios uniram forças e aprisionaram Ganon estaurando a paz no reino (Vemos também esse fragmento em Twlight Princess). OK, até aí tudo bem, mas um feiticeiro chamado Agahnim ataca a família real de Hyrule, rapta a princesa Zelda e a tranca nas masmorras de seu castelo. O objetivo de Agahnim é libertar Ganondorf de sua prisão dimensional.

A partir daqui, é spoiler, vocês terão que ver por si próprios.

A jogabilidade

A Link to the Past tem uma jogabilidade característica da visão superior. Esse estilo dita praticamente o estilo aventura/rpg de ação em mundo aberto 2D.

A utilização de diversos itens é o forte do jogo. São diversos acessórios, equipamentos e itens como de regra em Zelda.

A forma de andar é fácil e de golpear também, bem tranquilo de comandar mas em determinados momentos exige um nível de habilidade, é um jogo difícil se levar em consideração os outros da série.

Os puzzles estão fortemente presentes e vão fazer você quebrar a cabeça mesmo, em um ou outro.

Não podemos esquecer do mapa, muito mas muito grande para jogos de SNES. Isso mostra a capacidade de se reinventar e se superar, o time de desenvolvedores fez um belo trabalho. Alguns sprites repetem, mas isso é um detalhe que é superado.

Áudio e Vídeo de The Legend of Zelda: A Link to the Past

A trilha sonora de Zelda sempre é cativante, nesse não deixou a desejar. Mesmo sem tirar o máximo do SNES, A Link to the Past encanta pela música e cuidado nas composições. A Nintendo sempre capricha quando se trata das franquias queridinhas dela.

A parte gráfica é muito colorida, bastante mesmo. Isso fica bonito, é algo positivo e bem trabalhado no Super Nintendo. Quando se trata de direção de arte, a franquia Zelda sempre se sobressai, apesar de eu não achar o jogo mais bonito do SNES.

Conclusão

The Legend of Zelda: A Link to the Past é um game obrigatório para os Old Schools e pra quem é fã de games retrô (e da franquia). Foram lançadas também uma versão para Game Boy Advance em 2002 e o game Link Betewen Worlds traz uma “continuação” da história desse clássico. Detalhe que esse jogo está entre os 21 do Snes Classic, então corre pra jogar!

Esse foi o Game Retrô – The Legend of Zelda: A Link to the Past, conheça outras análises de games retrô aqui em nosso portal. Além disso, você poderá ler também: Análise de The Legend of Zelda: Breath of the Wild: Realmente compensa jogar?? Gostou de nosso conteúdo? Se sim, então aproveite para nos seguir no Twitter Instagram.

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