Análise Crítica: GDLK Netflix

Confira nossa Análise Crítica: GDLK Netflix, minisserie da Netflix com 6 episódios que conta a história dos games em sua era de ouro.

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Análise Crítica: GDLK Netflix

Análise Crítica: GDLK Netflix

Eai galera que acompanha o Meta Galáxia aqui nesse post vamos trazer uma Análise Crítica: GDLK Netflix. Essa minisserie de 6 episódios da Netflix conta um pouco sobre a história dos videogames. Aliás, eu digo um pouco pois nem tudo ela tratou nessa série, ou tentou tratar tudo de uma maneira diferente dos documentários que já existem.

É muito legal quando a gente vê algo que amamos (games) sendo tratado com carinho pela mídia tradicional ou quando uma empresa de streaming produz um material que é tão rico quando GDLK (Ou High Score).

A produção foi muito bem feita dentro do que eles abordaram. São 6 episódios que tratam dos principais temas da história dos games que iniciou lá atrás na década de 70. Portanto, a maior parte dessa história você consegue conhecer com essa série.

Análise Crítica: GDLK Netflix

É claro que, 50 anos de história dos videogames é muita coisa para se contar numa minsserie de 6 episódios. Ainda mais por terem dividido eles em temas, e não na ordem cronológica dos acontecimentos. E é isso que me incomoda.

Apesar de me incomodar o fato de cada episódio ser um tempo, acho justo ser assim pois todos os documentários já produzidos anteriormente abordam os acontecimentos em sua ordem cronológica. Então, acho que a saída da Netflix para essa produção foi incomoda mas interessante.

Interessante por quê, Matheus? Cara, porque eles trazem uma riqueza de detalhes que antes não tínhamos. Cada episódio, além de falar sobre a época e o contexto que ele se propões, traz também uma história real por traz. Aliás, que baita pesquisa de campo fizeram, trouxeram jogadores das antigas para dar propriedade ao documentário.

Lista de episódios:

Análise Crítica: GDLK Netflix

Episódio 1: Sucesso e chabu – 47 min
Space Invaders e Pac-Man provocam alvoroço nos fliperamas e os cartuchos da Atari dominam o mundo dos jogos, até que um erro desastroso marca o começo do fim (jogo do filme do ET, o pior game da história).

Episódio 2: De volta – 44 min
A Nintendo começa com um jogo de cartas no Japão e luta para entrar no mercado de videogames dos EUA, onde faz sucesso com Donkey Kong.

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Episódio 3: RPG – 41 min
Inspirados em Dungeons & Dragons, os jogos de aventura e os RPGs para computadores oferecem níveis inéditos de interação para os jogadores.

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Episódio 4: É guerra! – 42 min
A Sega lança o console Genesis e Sonic, o porco-espinho veloz que se torna o mascote da marca. A Electronic Arts fecha uma parceria com a lenda do esporte John Madden. Aqui faltou mencionar que o Brasil foi o país que a Sega mais vendeu Mega Drives, devido a longevidade de produção e venda no país (teve até Mega Drive do Milhão, lançado em 2011).

Episódio 5: Hora da luta – 44 min
Street Fighter e Mortal Kombat dão origem aos jogos de luta, mas a violência gráfica provoca polêmica.

Episódio 6: Passando de nível – 38 min
Com Star Fox, a Nintendo inaugura a experiência 3D. Wolfenstein 3D populariza o formato do atirador em primeira pessoa, e Doom inova com o modo multijogador.

Análise Crítica: GDLK Netflix

Conclusão

GDLK da Netflix é um documentário divertido e que tem um toque muito especial na produção, trazendo não só a história dos games mas também história reais, de jogadores ou desenvolvedores reais em cada uma desas fases da era de ouro dos games.

Vale muito a pena assistir.

E é isso galera, essa foi nossa Análise Crítica: GDLK Netflix, siga nosso canal no YouTube pra conferir gameplays toda semana.

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