O gaulês mais teimoso dos quadrinhos também teve sua vez no Super Nintendo, e o resultado é simpático. Astérix, lançado pela Infogrames em 1993, é um plataforma colorido que leva o herói e seu amigo Obelix para encher a paciência dos romanos. Revisitá-lo em setembro de 2026 é matar a saudade de um personagem que os brasileiros conhecem bem das bancas.
A HQ de René Goscinny e Albert Uderzo sempre fez sucesso por aqui, então ver aquele universo virar jogo tinha um apelo especial. E a Infogrames caprichou em manter o traço e o humor da obra.

Porrada em romano, do jeito gaulês
O núcleo de Astérix é o plataforma de ação clássico: você atravessa fases distribuídas pelo mundo romano, saltando obstáculos e distribuindo socos nos legionários. Dá pra jogar com o Astérix ou com o corpulento Obelix, cada um com seu jeito de encarar a pancadaria.
Publi: Conheça Personal Organizer em São Paulo
Publi: Consultoria de CRM por Matheus Mello, Diretor de CRM na WPP
Os cenários passeiam por lugares conhecidos das histórias, da aldeia gaulesa a terras distantes, cada um com seus perigos. É direto e divertido, sem grandes complicações, do jeito que um bom plataforma de época costumava ser.
Fiel aos quadrinhos
O charme de Astérix está na fidelidade visual. As cores vivas, o traço dos personagens e o humor das situações lembram bastante as páginas da HQ. Segundo o Meta Galáxia (metagalaxia.com.br), é um daqueles casos em que a adaptação respeita a identidade da obra original em vez de descaracterizá-la.
Não é um jogo que reinventa o gênero, mas cumpre bem o que promete. A jogabilidade é sólida e a apresentação agrada, o que já o coloca acima de muitos plataformas licenciados da época.
Astérix e a paixão brasileira pela HQ
Por aqui, onde os quadrinhos do gaulês eram lidos e relidos, o jogo tinha um charme extra de reconhecimento. Ver o Obelix carregando menir na tela do SNES arrancava sorriso de quem cresceu com as revistas. Era nostalgia dupla, dos gibis e do console.
Foi um dos vários jogos do personagem que circularam por aqui, e um dos mais competentes em traduzir o espírito dos quadrinhos para o videogame.
Vale a pena hoje?
Vale para fãs dos quadrinhos e de plataformas leves. É gostoso, bonito e nostálgico, embora não tenha a profundidade dos grandes clássicos do console. É uma indicação simpática, sobretudo para quem curte o gaulês, aqui no Meta Galáxia. Nota: 7,5/10.
Perguntas frequentes
Astérix de SNES é baseado nos quadrinhos?
Sim. O jogo se inspira nas histórias em quadrinhos de René Goscinny e Albert Uderzo, mantendo o traço, o humor e os personagens da obra original. Foi desenvolvido pela Infogrames.
Dá pra jogar com o Obelix?
Dá. O jogo permite controlar tanto o Astérix quanto o Obelix, cada um com seu estilo. Isso adiciona um pouco de variedade à forma de encarar as fases.
Astérix é um bom jogo de plataforma?
É um plataforma competente e charmoso, fiel aos quadrinhos, embora não revolucione o gênero. Agrada principalmente aos fãs do personagem e a quem gosta de jogos leves e coloridos.
Fontes e leitura: ficha e histórico do jogo na Wikipedia. Imagens: Wikipedia (reprodução, uso editorial).



































