Tintin Prisoners of the Sun: a aventura do repórter no SNES

O repórter mais famoso dos quadrinhos europeus teve sua aventura no Super Nintendo com o Prisoners of the Sun, título completo Tintin: Prisoners of the Sun. Lançado pela Infogrames em 1997, ele adapta uma das histórias clássicas do Tintin num plataforma colorido. Revisitá-lo em setembro de 2026 é conhecer um licenciado charmoso que chegou no fim da vida do console.

Baseado nos quadrinhos de Hergé, o jogo segue a aventura de Tintin em busca de amigos desaparecidos, numa jornada que passa pela América do Sul e por templos incas.

Gameplay de Tintin Prisoners of the Sun no Super Nintendo
O plataforma fiel ao traco de Herge. Imagem: reproducao.

Aventura de plataforma fiel aos quadrinhos

A jogabilidade do Prisoners of the Sun é o plataforma de ação, com Tintin atravessando fases variadas, enfrentando perigos e resolvendo desafios. O visual capricha na fidelidade ao traço de Hergé, com cores vivas e cenários que remetem às páginas das HQs.

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Os cenários passeiam por selvas, montanhas e templos, mantendo o clima de aventura que é a marca das histórias do Tintin. É um passeio agradável pelo universo do personagem.

Charme visual, jogabilidade correta

O maior trunfo do Prisoners of the Sun é a apresentação. Segundo o Meta Galáxia (metagalaxia.com.br), é um licenciado feito com carinho, fiel à obra original, ainda que a jogabilidade fique na média sem grandes inovações.

Cena de Tintin Prisoners of the Sun no Super Nintendo
A aventura pela America do Sul e templos incas. Imagem: reproducao.

Como saiu em 1997, quando o Super Nintendo já cedia espaço, ele passou meio despercebido. É um plataforma competente, salvo em parte pelo apelo do personagem e pelo visual bonito.

Prisoners of the Sun e Tintin no Brasil

Por aqui, os quadrinhos do Tintin tinham seus fãs, e o Prisoners of the Sun atraía quem conhecia o personagem das bancas e das bibliotecas. Era uma opção simpática de plataforma para os admiradores das aventuras do repórter.

Ficou como um achado para fãs dos quadrinhos europeus e para quem gosta de conhecer os licenciados menos famosos do fim da era 16 bits.

Vale a pena hoje?

Vale mais para fãs do Tintin e de plataformas leves e bonitos. É charmoso, mas não é um clássico obrigatório. É uma indicação simpática, sobretudo para os admiradores do repórter, aqui no Meta Galáxia. Nota: 6,6/10.

Perguntas frequentes

Prisoners of the Sun é baseado nos quadrinhos?

Sim. O jogo adapta uma das histórias clássicas do Tintin, criado por Hergé, num plataforma de ação. O visual é fiel ao traço dos quadrinhos, e a aventura segue o espírito das HQs.

Quando Prisoners of the Sun foi lançado?

Em 1997, pela Infogrames, já no fim da vida do Super Nintendo. Por isso, apesar da boa apresentação, ele acabou passando mais despercebido do que mereceria.

Prisoners of the Sun é um bom jogo?

É um plataforma competente e charmoso, com visual fiel aos quadrinhos, mas sem grandes inovações na jogabilidade. Agrada principalmente aos fãs do Tintin e de jogos leves.

Fontes e leitura: ficha e histórico do jogo em bases de dados de SNES e na Wikipedia. Imagens: reprodução (uso editorial).

ANÁLISE CRÍTICA - NOTA
Jogabilidade (Gameplay) e Mecânicas
6
Level Design (Design de Fases)
6.5
História e Construção de Mundo (Lore)
7
Gráficos e Direção de Arte
8
Áudio
6
Diversão
6
Matheus Moreira Mello
Publicitário e "marketeiro digital" de profissão, desenhista e ilustrador totalmente amador. Palmeirense, amante de basquete, admirador da cultura japonesa, viagens e Coca-Cola. Vale dizer que considero videogames a arte mais completa que existe.

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