Crítica: Raya e o Último Dragão

Crítica: Raya e o Último Dragão fresquinha para você! Assistimos a mais nova animação de Disney e É INCRÍVEL! Venha conferir nossa análise.

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Crítica: Raya e o Último Dragão

Confira nossa análise crítica: Raya e o Último Dragão, nova animação da Disney!

Vamos trazer aqui a crítica: Raya e o Último Dragão, feita por nossa enviada especial Giselle Ribeiro. Aliás, muito obrigado a Disney+ pelo convite para a exibição de imprensa que rolou no Espaço Itaú da Frei Caneca, São Paulo. Fiquem com a crítica.

Dirigido por Don Hall (Moana) e Carlos Lopes Estrada (Ponto Cego), escrito por Qui Nguyen e Adele Lin e produzido por Osnat Shurer e Peter Del Vecho (Frozen), o filme acompanha a jornada de Raya (voz de Kelly Marie Tran no original em inglês, já a dublagem brasileira fica por conta da talentosíssima Lina Mendes), uma jovem guerreira muito aventureira e habilidosa que vive no reino encantado de Kumandra, conhecido por ser uma civilização que venerava os dragões, seus poderes e sua sabedoria. Porém, o lugar se transformou quando uma força maligna ameaçou a terra e fez com que os dragões se sacrificassem para salvar a humanidade.

Kumandra, que antes era um reino unido, se separou em cinco partes (Presa, Garra, Cauda, Coluna e Coração) deixando o local em conflito permanente, fazendo com que os povos de cada clã vivessem de forma independente, cada um com seus costumes e tradições.

Mapa de Kumandra

Raya vive no reino Coração, neste ambiente rodeado por disputas, onde ninguém confia mais em ninguém, mas acredita que pode mudar esse cenário e restaurar a paz e união de Kumandra. Aliás, ao conhecer sua antagonista, a guerreira do reino Presa, Namaari (voz de Gemma Chan no original), Raya vê seus planos não saindo como o esperado com a volta dos Druun, a mesma força obscura que assombrou a civilização de Kumandra há 500 anos, e é aí que os momentos de tensão começam e a jovem guerreira não tem outra alternativa a não ser sair em uma jornada com o fiel, muito fofo e carismático companheiro Tuk Tuk em busca do último dragão Sisu (voz da Awkwafina no original) na esperança de que tudo fique bem.

Crítica: Raya e o Último Dragão
Raya e Tuk Tuk

Dublagem de Raya com muita qualidade

Na versão dublada o que eu posso dizer é que os profissionais brasileiros conseguiram transmitir pela voz as características de cada personagem sem perder em nada na qualidade do trabalho. Além da Lina Mendes que arrasa na dublagem da protagonista Raya, a Priscila Concepcion também soube trazer o tom envolvente, engraçado e tagarela que a personagem Sisu possui.

Os cenários são incrivelmente bonitos, criativos e bem detalhados e faz o telespectador se deslumbrar com o visual de cada um dos cinco reinos de Kumandra. Aliás, é visível que a equipe do longa fez uma pesquisa bem aprofundada na cultura do sudeste asiático e mesmo a história se passando em um reino fictício, conseguiu entregar um filme que respeita os costumes e conceitos da cultura local. 

Já os personagens seguem a perfeição dos desenhos digitais que a Disney já é acostumada a fazer e não tem como botar defeito. Além disso, os detalhes perfeitos do penteado do cabelo de Raya (e o estilo do corte de cabelo de Namaari também), as cores vibrantes utilizadas no figurino dos personagens, o dragão Sisu que tem uma forma esguia e fluída, que lembra uma sereia, com tons bem coloridos, enfim, é tudo muito vívido e não te faz desgrudar o olho da tela por nenhum minuto. 

As cenas de ação são um comentário a parte, pois trazem alto nível de entretenimento e o destaque fica pra cena de luta de espadas de Raya que é, sem dúvidas, um dos momentos mais cativante do longa. 

Crítica: Raya e o Último Dragão
Raya e Sisu

Diferente de Moana e Frozen, onde vemos que as músicas são cantadas pelas protagonistas ao longo do filme, em Raya e o Último Dragão não acontece nada disso. Trazendo um toque mais realista e pé no chão, a trilha sonora, composta pelo americano James Newton Howard, é marcada por sua intensidade e mudança de ritmos, algo que casa muito bem principalmente nos momentos de tensão/ação com outros mais tranquilos e alegres no filme. Aliás, veja playlist abaixo.

Conclusão – crítica: Raya e o Último Dragão

Acredito que o longa acertou em cheio ao trazer uma mensagem que agrada os mais novos e os já adultos. Contudo, o fato de Raya ter que superar as mais diversas situações com o objetivo de unir seu povo novamente e ao mesmo tempo ter que aprender a confiar nas pessoas, traz uma associação com o mundo em que vivemos atualmente no qual, por muitas vezes, somos egoístas e não sabemos mais como lidar em conjunto com os problemas que possam aparecer.

A grande questão que o filme aborda é de que nem sempre a salvação, a resolução do problema, está nas mãos de uma única pessoa, mas sim no trabalho em equipe. Além disso, entre os dias 05 a 19 de março, por um valor de R$69,90, os assinantes do Disney + poderão ter acesso ao Premier Access e ver e rever a animação quantas vezes quiserem. Já para os assinantes que não optarem pelo Premier Access, Raya e o Último Dragão estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Crítica: Raya e o Último Dragão

E é isso pessoal, essa é a nossa Crítica: Raya e o Último Dragão, gostaram? Aliás, aproveitem e nos sigam nas redes sociais, Twitter e Instagram. Até a próxima.

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