Arco Ilha dos Carneiros – One Piece (Análise)

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Ilha dos Carneiros

Enquanto fugiam da Marinha, Luffy e seu bando vão parar em uma ilha que não consta em nenhum mapa. Lá, encontram um velho senhor que cuida de um bando de carneiros e é o único habitante do local. Antes de ir parar na ilha dos carneiros, porém, há alguns episódios dedicados a cada personagem em específico e que são bastante interessantes.

Pós Alabasta…

Robin recém entrou no bando, enquanto Chopper ainda está se acostumando aos demais. Zoro ainda quer ser o maior de todos na sua área, assim como Usoop. Sanji é um grande cozinheiro e deseja encontrar o All Blue, enquanto Nami deseja desenhar todos os mapas do mundo. Tudo isso é abordado em alguns episódios, mas são mais necessários para uns do que outros. Eventualmente Usoop, Luffy e Zoro reafirmam seus desejos. Há infinitos diálogos e desenvolvimento dos mesmos. Robin é parte importante da história da série com os Poneglyphy. E Sanji e o All Blue? Ignorado desde o East Blue. Nami, no entanto, é disparada a personagem mais ignorada.

Os fillers de One Piece são bem aproveitados neste sentido. Pequenos detalhes, pouco ou nada desenvolvidos por Oda ganham espaço aqui e o sonho de Nami ganha seu único espaço nestes fillers. Por mais bobo que pareça, a questão da qualidade e duração dos papéis é uma abordagem interessante e somente agrega a história como um todo. Assim sendo, é um detalhe que poderia facilmente ter entrado no mangá. Enfim, One Piece é um anime enorme e mesmos os outros fillers não chegam a ser um desperdício, reafirmar os desejos de nossos protagonistas é uma forma de atualizar quem pegou o caminho andando. Principalmente naquela época em que não tínhamos Streamers para começar do zero a hora que quiser.

Já na Ilha dos Carneiros

Não há muito o que falar sobre o pequeno arco filler. Por ser pequeno, trás uma dinâmica interessante e não chega a ser cansativo. Carece de algumas explicações como motivo da ilha não estar no mapa, o que gera uma expectativa que jamais é correspondida em cima do local. Ao mesmo tempo a história chama a atenção pela história pessoal do Agiota. Rapidamente sua história nos leva aos primórdios da série e o próprio arco faz a referência ao homem que ficou preso na mesma ilha que Buggy – Desculpe, não recordo seu nome.

Ademais, o fim do episódio não deixa bem claro o que houve com ele, mas dá a entender que realmente o velho morreu, o que dá um ótimo fim a sua história e um peso dramático ao arco que, diferente dos outro, não agrega nada aos plot central, mas agrega a nossas vidas. Afinal, nunca é tarde para correr atrás de um sonho!

ANÁLISE CRÍTICA - NOTA
Nota do Arco
Quem quiser saber quem sou, olha para o céu azul...Amante de infinitas coisas, desde animes, games, filmes, séries, música, futebol, literatura...Toda e qualquer uma dessas artes, mas, principalmente, a escrita, que torna minhas palavras imortais igual ao meu tricolor!

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