Constantine – Resenha

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Ano: 2005
Título Original: CONSTANTINE
Dirigido por: Francis Lawrence
Avaliação: ★★★☆☆ (Bom)

Em Constantine, John é um ser diferenciado, já que consegue visualizar e vivenciar o sobrenatural, tentando fugir de seu destino (ir para o inferno) fazendo a justiça contra criaturas do mal. Ele acaba se envolvendo com uma detetive (Angela Dodson) no que aparenta ser um simples caso de suicídio, mas conforme a dupla adentra nesse mistério, percebem que esta morte é na verdade parte de um plano para acabar com a humanidade e agora eles terão de fazer de tudo para impedir isso.

O filme é interessante, por ser inovador (para quem não conhece as histórias em quadrinhos), mas sozinho, ele acaba por não ser perfeito. Todo esse mundo de Constantine é realmente incrível e chega a encantar, pela diversidade de assuntos, principalmente religiosos e de interpretação sobrenatural de acontecimentos aparentemente banais na sociedade. Essa “disputa” entre céu e inferno, visualizada de outra maneira prende bastante a trama, assim como as investigações sobre o suicídio da irmã de Angela.

Conforme o filme avança, o telespectador acaba preso pela trama (que é muito boa), mas falhando por não “explodir”. É possível sentir que a gama de personagens, o roteiro, os cenários, estavam levando a um ápice de “piração”, dignos dos melhores filmes de ação, mas no final das contas, o longa se perde, não trazendo tudo o que poderia trazer para a telona.

Keanu Reeves faz um bom papel e sua aparência meio desanimada e seca é interessante, mesmo que possam haver diferenças com o personagem dos quadrinhos. Os inimigos são legais, alguns bastante interessantes, mas não chegam a transformar o filme em algo incrível.

Uma coisa é fato. Nunca mais entrarei em uma banheira de água!

Análise Crítica
Data
Título Original
Constantine
Nota do Autor
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