Três Vezes Amor – Resenha

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Ano: 2008
Título Original: DEFINITELY, MAYBE
Dirigido por: Adam Brooks
Avaliação: ★★★☆☆ (Bom)

Em Três Vezes Amor, Will Hayes é um pai que está se divorciando de sua esposa, e que vive com sua filha, Maya, de 10 anos. Certa noite, a menina pergunta sobre como os pais conheceram. Will então relata a trama, mas de uma maneira que a filha não descubra facilmente quem é a mãe, já que o pai aparentemente tinha três mulheres importantes em sua vida.

O ponto forte do filme com certeza é a própria trama, uma vez que o telespectador não consegue descobrir facilmente quem é a esposa de Will, já que ele viveu três grandes histórias de amor (algumas simultâneas). O paralelo entre o passado (em que o pai vai contando suas aventuras enquanto era jovem) e o presente (cheio de questionamentos por parte da filha) vai tornando o filme cada vez mais interessante.

O desfecho do longa é bem legal, e após você (junto com a filha) descobrir quem é a esposa, depois de muitas idas e vindas do coração do personagem principal, o amor acaba falando mais alto, transformando Três Vezes Amor em uma estória de romance medianamente divertida.

Um pouco de comédia, mais um pouco de romance, e um mínimo de drama são as três pitadas que compõem a fórmula de Três Vezes Amor (que por ironia deste analista, ganhou três estrelas).

 

Análise Crítica
Data
Título Original
Três Vezes Amor
Nota do Autor
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