Shadowverse – Primeiras impressões

Começamos a acompanhar as aventuras do jovem estudante Hiro Hyugasaki no jogo de cartas digitais, Shadowverse.

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Primeiras impressões do recém lançado anime, Shadowverse

Exibição Original: 07 de abril de 2020 – em produção
Título Original: Shadowverse | シャドウバース
Estúdio: Zexcs
Direção: Keiichiro Kawaguchi

Nessa temporada de Primavera de 2020, um dos novos títulos chegados para os fãs de anime é Shadowverse. A obra conta com a produção do estúdio Zexcs (o mesmo de Densetsu no Yuusha no Densetsu e Asagao to Kase-san) e distribuição da TV Tokyo no Japão e da Crunchyroll aqui no Brasil. Faremos aqui uma resenha de primeiras impressões com este primeiro episódio lançado.

Shadowverse é baseado em um jogo digital de cartas de 2016 de mesmo nome, da desenvolvedora Cygames. Para os que tem dúvida, é quase como o Hearthstone. O anime conta as aventuras de Hiro Ryugasaki, um jovem estudante da Academia Tensei, que mora com seu avô. O garoto tem muito desejo de ter um smartphone novo para poder jogar Shadowverse junto dos outros jovens da Academia. Um dia, indo para a escola, Hiro encontra em sua casa um misterioso smartphone que veio instalado o famoso jogo. É aí então que ele embarca em várias novas experiência que o game proporciona.

Somos introduzidos à dinâmica do jogo quando se mostra o cenário da Academia Tensei, e logo apresentados aos amigos mais próximos do protagonista. Porém, a dinâmica só é melhor exibida quando Hiro desafia um outro jovem que teria duelado com sua amiga, Mimori, e ganhado não só o jogo, como seu celular também. Os dois duelam e é mostrado a dinâmica do jogo. Ao final do episódio, é mostrado um personagem que, ao que parece, criará rivalidade com Hiro na trama.

Shadowverse neste primeiro momento em seu estilo de jogo lembra muito Beyblade (pela cena inicial ser no que parece um campeonato) e Yu-Gi-Oh!, pelo modo com que a dinâmica acontece. Isso deve acontecer por conta do diretor do anime se Keiichiro Kawaguchi, que já dirigiu os animes Metal Fight Beyblade e o próprio Yu-Gi-Oh!.

Por ser o primeiro episódio, é esperado que o universo do anime seja explorado, ainda mais sendo do tipo “jogo”. Sendo assim espera-se que pelo menos o básico das regras e dinâmicas sejam explicados, porém a única mensagem que se deixa é “o jogo só é decido até o último segundo”, ou seja sem precipitações e previsões. O primeiro episódio de Shadowverse não mostra nenhum desses itens e apenas joga diversas estratégias, estilos e funcionalidades de algumas cartas do game.

Novamente Shadowverse mostra-se parecido com Yu-Gi-Oh! quando olhamos para o protagonista ter sua carta predileta, Mago Negro para Yugi, Ignis Dragon para Hiro. E falando neste mesmo tema, o anime, deixando de explicar suas regras e dinâmicas, joga no expectador diversas funcionalidades confusas, levando a crer que logo de início o protagonista e sua carta mais forte (Ignis Dragon) já sejam muito overpower. Com isso, sendo um anime shounen, fica mais difícil de entender ou imaginar uma jornada de herói e de superação para Hiro. E isso pode ser um ponto positivo para alguns, mas negativo par outros.

No mais, a animação de Shadowverse é viva, cheia de cores. A mistura do 2D com 3D é sutilmente misturada e não desagrada tanto a vista. A trilha sonora auxilia para que as cenas que possam ganham mais adrenalina, realmente fique mais emocionante. Aparentemente a trama guarda muito mistério, principalmente por conta da família de Hiro e seu misterioso smartphone.

Aguardaremos quais são os próximos desenrolares da trama e quais os próximos comentários nas redes. Siga o Meta nas redes e leia mais outros reviews de animes e mangás aqui.

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