Análise de Death’s Door

Nunca foi tão bom visitar o submundo

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Análise de Death's Door

Análise de Death’s Door, o jogo de ação e aventura sombria da Acid Nerve

A aventura sombria Death’s Door chamou a atenção de muitas pessoas, desde o seu trailer! Afinal de contas, esse é um jogo muito fofo e muito lindo! A obra foi desenvolvida pela Acid Nerve, distribuída pela Devolver Digital e está disponível para Xbox e Microsoft Windows. Inclusive, você pode adquirir Death’s Door pela Steam e pela Epic Games. Nós não deixaríamos de fazer a análise de Death’s Door, que é certamente incrível!

O herói é um corvo, que trabalha para a Comissão de Colheita colhendo as almas das criaturas designas. O problema é quando você deverá trazer a alma de um monstro forte para a central, mas quando adentra o reino mortal, você se torna temporariamente um deles. Quando essa alma que é roubada, seu caminho leva a um reino que reserva nada menos que a Porta da Morte principal. Para abri-la e recuperar seu status, precisará pesquisar por três almas poderosas que precisam de uma boa colheita.

A exploração de terras esquecidas durante a busca é um agrado aos olhos: passamos por cemitérios proibidos, ruínas inundadas e mansões assustadoras, e sempre percebendo o capricho nos cenários e nos gráficos.

Existirão lugares secretos ou outros que não temos acesso inicialmente, mas serão visitados novamente quando uma arma ou habilidade forem desbloqueado. Isso dá a sensação de que cada lugar pareça mais vasto do que realmente é. A única coisa que faz MUITA falta é um mapa. O caminho pode ser um tanto simples, mas lembrar do que já foi feito pode ser tenso para quem não vai jogar direto!

Além disso, o jogo é um convite contínuo à exploração. Há diversos mistérios e segredinhos espalhados por todos os cenários. A câmera, quase sempre fixa, muda sutilmente quando você se aproxima desses segredos, então você precisa estar atento à isso!

Hora da batalha!

O ritmo agressivo e rápido das lutas faz com que a gente fique ansioso pela próxima batalha! Ainda mais que é duma maneira tão fácil, decisiva e perfeita, assim como grande parte do jogo.

Em meio dos mistérios para resolver antes de prosseguir, o corvo ceifador terá uma lavoura de inimigos para cortar e derrotar. Conforme seu progresso, você terá novas opções de armas e pode combinar suas habilidades de ataque à distância com um corpo a corpo veloz, entre golpes rápidos e com força. E cada uma das armas conta com suas próprias forças, fraquezas e ataques combinados.

Inclusive, entender os padrões de seus oponentes é crucial para a vitória: muitas vezes, um disparo pode ser refletido pelo inimigo.

E se atente também às habilidades mágicas desbloqueáveis em cada uma das masmorras, pois a maioria é uma ferramenta de solução de quebra-cabeças além de te ajudar nas batalhas. Uma das dificuldades do jogo é que essas habilidades têm limites de uso, mas recarregáveis em luta contra os oponentes e itens. Posteriormente, é só explorar como cada uma delas pode ser uma ferramenta útil para derrotar outros adversários.

Não posso deixar de comentar que os chefes do jogo são interessantes, pois misturam um charme maligno com alguns ataques impressionantes. Death’s Door sempre faz toda a questão de lembrá-lo de que sua aventura é árdua!

E Death’s Door é um jogo mais curto, então de 10 a 12 horas são suficientes para terminá-lo pela primeira vez. No entanto, você vai querer jogá-lo novamente. Os mistérios não terminam! Você ainda deverá descobrir os últimos segredos do jogo!

Em conclusão da análise de Death’s Door

O trabalho desse corvo é mais do que animado, e a sua aventura é simplesmente imperdível. Os seus prós: ação intensa, rápida e divertida, assim como quebra-cabeças divertidos. Mas tem um contra: um mapa faz MUITA falta!

Para quem desejar assistir ao trailer:

Death’s Door – Launch Trailer

Essa foi então a nossa análise de Death’s Door. Leiam também as nossas outras análises: Análise de Labyrinth City: Pierre The Maze Detective, Análise do jogo Out of Line e Análise de Road 96, jogo vencedor do Game Awards 2020.

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